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quinta-feira, 7 de junho de 2012

Tratamento do transtorno de pânico

Diferentes classes de antidepressivos, incluindo inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS), antidepressivos tricíclicos (ADT), inibidores da monoaminoxidase (IMAO) e benzodiazepínicos, são usadas no tratamento do transtorno de pânico.
Embora vários estudos tenham demonstrado a eficácia do tratamento farmacológico para esse transtorno, uma proporção significativa dos pacientes permanece sintomática após o tratamento agudo. Pode-se dizer que os pacientes respondem ao tratamento farmacológico agudo, mas a maioria não apresenta uma remissão completa (resolução completa dos sintomas mantida por um período de pelo menos 3 meses). Isto indica que o transtorno de pânico é uma doença crônica e, como tal, seu tratamento deve ser mantido por um período longo.
A terapia cognitivo-comportamental tem sido, então, recomendada para o tratamento dos sintomas residuais, particularmente quando persistem sintomas agorafóbicos, e é também freqüentemente indicada em qualquer momento do tratamento, pois seus efeitos, associados aos medicamentos, parecem ser mantidos nas avaliações em longo prazo. Esta é também uma técnica que deve ser considerada em situações especiais como gestação, amamentação, impossibilidade de usar medicamentos ou retirada dos fármacos.
A TCC para o transtorno de pânico consiste no uso da psico-educação, de técnicas para enfrentar a ansiedade, reestruturação cognitiva e enfrentamento das situações evitadas.
Por outro lado, o tratamento farmacológico do trnstorno de pânico tem como objetivo bloquear os ataques de pânico, diminuir a ansiedade antecipatória, reverter a evitação fóbica, assim como reconhecer e tratar as co-morbidades. Com o objetivo de avaliar a resposta ao tratamento no transtorno de pânico verifica-se a intensidade e freqüência dos ataques, da ansiedade antecipatória, da evitação fóbica, o funcionamento global e a qualidade de vida.
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